segunda-feira, 2 de março de 2009

Mercado de trabalho: que vença o melhor

O sentimento de competitividade é inerente ao desenvolvimento social. Desde a concepção humana apresentamo-nos seres competitivos. Já no princípio da vida começa a disputa: que vença o mais forte, o mais ágil. E prossegue com o mais inteligente que acaba se tornando exemplo na escola. O mais bonito (a), o mais simpático (a) é mais cortejado no grupo. E por aí seguem as infinidades de características físicas, sociais, intelectuais que fazem o indivíduo sempre mais competitivo.

E tem de ser assim. Como diz o renomado cientista Charles Darwin e sua Teoria da Seletividade, tese que confirma que os melhores são àqueles adaptáveis às mutações. Semelhante a seleção natural confirmada por Darwin assim também funciona o mercado de trabalho na sociedade contemporânea.


A disputa pela vaga de trabalho é um processo natural e, portanto, extremamente necessária ao processo de aprendizagem profissional. Pois, essa exigência do mercado incentiva o candidato a buscar melhorias em suas habilidades, contribuindo assim para o aperfeiçoamento curricular. Perfis estes imprescindíveis a excelência na qualidade empresarial, meta vital ansiada pelo mercado de trabalho.

2 comentários:

Zololkis disse...

SECURITY CENTER: See Please Here

Jornalista Grace Melo disse...

A competitividade é cruel, e, realmente, estamos expostos a ela desde crianças, mas pouco preparados para lidar com ela na fase adulta quando o jogo vira coisa de gente grande. Seria bom que nos ensinassem a lidar com isso desde cedo.